Nessa crise, a gente queria ajudar de maneira diferente, diz CEO do Nubank

ExameNessa crise, a gente queria ajudar de maneira diferente, diz CEO do Nubank

Presidente e fundador do Nubank, David Vélez fala sobre fintechs e a crise do coronavírus em entrevista à EXAME

David Vélez, do Nubank: há startups conhecidas dos consumidores finais e que recentemente captaram aportes polpudos, como a fintech dos cartões roxos (Germano Lüders/EXAME)

“Queremos ser mais que uma instituição financeira para ajudar nossos clientes”, diz fundador e presidente do Nubank, David Vélez. Ele fala à Exame sobre as fintechs e a crise do coronavírus em entrevista ao vivo da série exame.talks. 

O executivo diz que, há cerca de uma semana e meia, começou a receber comentários dos clientes, que estavam entrando em contato com a fintech com problemas por conta da pandemia do coronavírus.

Parte dessas questões eram problemas financeiros, como dificuldade para pagar contas com lotéricas fechadas pela redução na renda. Mas outros problemas eram mais amplos, como dificuldade de marcar exames médicos ou para comprar itens básicos.

“Nessa crise, a gente queria ajudar e reagir de uma maneira diferente”, diz. O banco digital Nubankcriou um fundo de 20 milhões de reais para apoiar seus clientes durante a crise do coronavírus. Os recursos vêm da verba de marketing da fintech e de outros ganhos de eficiência e custearão atendimento médico e psicológico remoto via vídeo, pedidos de supermercados e farmácias, entre outros serviços.

Para isso, fechou parcerias com empresas como o Hospital Sírio-Libanês, o aplicativo de atendimento psicológico Zenklub, as empresas de delivery iFood e Rappi, e o aplicativo de produtos de pet shop Zee.Dog.

Assista à entrevista ao vivo:

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